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Mas afinal, o que faz o Advogado de Família e Sucessões?


Inicialmente é necessário esclarecer que a licença do advogado permite que ele atue em todas as áreas do direito. Contudo, existem advogados que dedicam a sua vida profissional a uma área específica.


O Direito de Família e Sucessões requer muito mais do que tecnicismo de advogado. É preciso compreender e enxergar o real conflito por trás do relato do cliente. Às vezes, o que a justiça exige está além do que os livros ensinam.


O imediatismo nas relações afetivas tem exigido cada vez mais aperfeiçoamento dos profissionais que atuam neste ramo tão sensível do direito.


A relação de confiança com o cliente é construída através da capacidade que o profissional adquire para desempenhar demandas complexas. Além de suas habilidades singulares como empatia, escuta ativa e acolhimento humanizado.


O advogado de família e sucessões é o profissional que milita nas varas da família, órfãos, sucessões, infância e juventude.


As demandas mais comuns nestas áreas estão relacionadas à disputa de herança (inventário), planejamento sucessório, testamento, divórcio/dissolução, partilha de bens, contratos pré-nupciais, guarda, alimentos (majoração, redução, exoneração e execução), direito a convivência familiar (visitas), alienação parental, investigação de paternidade, parentalidade socioafetiva, adoção, direitos da criança e do adolescente, direitos dos idosos, entre outras.



Ao analisar os exemplos acima listados, é possível constatar que o conhecimento específico aliado à vocação é importante para alcançar satisfação profissional na matéria, porque essencialmente o que está em jogo não são os aspectos econômicos e patrimoniais, mas sim as emoções e vivências familiares.


A partir do atendimento do cliente, o advogado toma conhecimento dos fatos, acolhe a situação e estuda com cautela quais as providências precisam ser adotadas para preservar os seus interesses.


Assim, dentro do contexto familiar de cada indivíduo, uma vez respeitado o melhor interesse da criança e do adolescente, é preciso tentar alcançar a paz entre as partes e a consequente harmonização do relacionamento do núcleo familiar desfeito, tornando o processo judicial menos doloroso.


É lógico que há momentos em que a combatividade se faz necessária, apesar disso, as atribuições do advogado devem ser desempenhadas com prudência e respeito à parte contrária.

Em se tratando de direito de família, cada situação requer suas próprias soluções. A cada atendimento é preciso renovar o olhar. A família não é apenas um grupo, é um fenômeno social.


Lembre-se! O advogado que se especializa entrega soluções jurídicas com foco no cliente.

É, no fim, uma equação simples. Quanto mais afeto, maior a possibilidade de justiça. (Andréa Pachá)


Por Patricia Maran

Advogada Família e Sucessões em Concórdia (OAB/SC 54.518)

patricia@dalpiazadv.com.br

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