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Ainda vale a pena contribuir para o INSS? Para especialistas, ele ainda é o melhor seguro

A reforma da Previdência deixou uma questão na cabeça de muita gente, particularmente quem trabalha sem carteira assinada: ainda vale a pena contribuir para o INSS? Empregados formais não têm escolha, mas para os 24 milhões de brasileiros que trabalham por conta própria, como autônomos ou consultores, a resposta precisa levar em consideração que o INSS não garante apenas a aposentadoria.


Além da parte previdenciária, o INSS também é um seguro para o trabalhador . Dessa forma, em caso de um acidente que impossibilite o exercício da atividade remunerada, por exemplo, o profissional em dia com o INSS pode contar com uma renda durante sua recuperação.


As mulheres também têm o benefício para gozar de uma licença maternidade remunerada. E, em caso de falecimento do trabalhador, seus dependentes têm direito a pensão.

Por isso, os especialistas são unânimes: ainda que se possa investir em previdência privada, continuar a contribuir com o INSS é o melhor negócio.



— Na reforma, as atenções estão focadas nos benefícios programados e na idade mínima e tempo de contribuição para a aposentadoria. Mas o INSS também tem a parte dos benefícios de risco, que representam uma segurança muito importante para o trabalhador, principalmente para aqueles que, caso estejam parados, ficam sem renda — diz Luis Eduardo Afonso, especialista em Previdência da USP.


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Para encarar imprevistos

Quem contribui para a Previdência pública, mesmo sem vínculo empregatício, tem direito a benefícios dos empregados formais como salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio doença acidentário (que garante uma renda em caso de acidente de trabalho) e aposentadoria por invalidez, além da pensão por morte, paga aos familiares.

Fonte: O Globo

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